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Justiça Eleitoral condena um a cada cinco casos de deepfake e enfrenta dificuldades para identificar IA

 Justiça Eleitoral condena um a cada cinco casos de deepfake e enfrenta dificuldades para identificar IA

A Justiça Eleitoral enfrenta desafios para identificar deepfakes, condenando apenas 20% dos casos relacionados às eleições de 2024. Um estudo revelou 591 decisões, das quais 118 reconheceram manipulação digital. Com a proliferação de deepfakes, o TSE criou regras mais rígidas e introduziu a “inversão do ônus da prova”. Especialistas alertam para a necessidade de regulação abrangente da IA no Brasil.

Rafael Zanatta, codiretor da Data, afirma que, ao criar normas para uso de IA nas eleições, o TSE se tornou regulador da tecnologia no país, o que não ocorre em outros locais do mundo.

Confira a matéria do Globo no link.